Empresas nos Estados Unidos estão enfrentando um novo desafio no processo de recrutamento: candidatos falsos gerados por inteligência artificial. Esses indivíduos utilizam identidades roubadas, documentos falsificados e até mesmo deepfakes em entrevistas por vídeo para se passarem por profissionais legítimos, especialmente em vagas remotas. Segundo autoridades americanas, mais de 300 empresas contrataram impostores ligados à Coreia do Norte, com os salários sendo utilizados para financiar programas armamentistas do país. Além disso, grupos criminosos da Rússia, China, Malásia e Coreia do Sul também estão envolvidos nessa prática. Apesar dos riscos, muitos recrutadores ainda não estão cientes dessa ameaça, o que representa um perigo significativo para a segurança cibernética das organizações.